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26/7/2021
ANTECIPAÇÕES DO ABSURDO
Acadêmico: José de Souza Martins

“Não Verá País Nenhum”, de Ignácio de Loyola Brandão, publicado em 1981, é uma obra prima da literatura do absurdo, que antecipa em 40 anos o nosso estranhíssimo Brasil enfermo de hoje.
18/7/2021
UM RELIGIOSO NO STF?
Acadêmico: José de Souza Martins

"Ministros na história do STF, ou mesmo todos, tem sido de confissão supostamente católica, embora nenhum tenha sido um candidato do catolicismo, um pregador que dividisse a cátedra com o púlpito. Nenhum foi recrutado na hierarquia católica."
28/6/2021
A CONSCIÊNCIA DA CORRUPÇÃO
Acadêmico: José de Souza Martins

"Não é dos batedores de carteira que trata a “Arte de Furtar”. É dos que se valem do poder político para meter a mão no que não lhes pertence"
18/6/2021
IGNORÂNCIAS DO PODER
Acadêmico: José de Souza Martins

"Qualquer criança sabe que nós brasileiros não viemos só da selva. Quem dela veio, foi lá buscado e caçado. Somos originários da miscigenação de portugueses e espanhóis com indígenas e africanos. O Brasil de então esteve sob domínio da Espanha de 1580 a 1640."
15/6/2021
UM HOJE SEM AMANHÃ
Acadêmico: José de Souza Martins

"Nos dias atuais, o nosso amanhã sem a prudência e a previdência de um hoje responsável está profundamente comprometido. Penso na educação descontinuada e superficial desta hora adversa. Toda uma geração de crianças e de adolescentes tem seu futuro roubado."
7/6/2021
ENFIM, A RUPTURA
Acadêmico: José de Souza Martins

"A pandemia agravou e muito as insuficiências do novo poder decorrente, na prática, dos resultados anômalos das eleições de 2018. O sistema conceitual dos novos governantes era simples expressão do senso comum pobre de setores da classe média. Classe eleitoralmente aumentada com os resultados inevitáveis da política social petista e sua retórica socialmente ufanista. Mais fantasia do que realidade."
25/5/2021
A FALHA NA PANDEMIA
Acadêmico: José de Souza Martins

"O Brasil da pandemia e da catástrofe eleitoral de 2018 é, a seu modo, um país derrotado pelas peculiaridades dessas adversidades, porque estão corroendo as instituições e o amor próprio dos brasileiros."
3/5/2021
PELO VERDE, UM DISCURSO AMARELO
Acadêmico: José de Souza Martins

"O discurso que o presidente Bolsonaro fez na cúpula sobre o clima, convocada pelo presidente americano, Joe Biden, não foi um discurso autoexplicativo."
23/4/2021
DEIXA EU FICAR MAIS UM DIA
Acadêmico: José de Souza Martins

"Num mundo hostil à criança, a língua infantil e juvenil é a língua poética da inocência criativa. Desde cedo, crianças e adolescentes aprendem que o adulto, mesmo na família, pode ser um adversário. É que a sociedade contemporânea é a sociedade do individualismo e dos individualistas. Há o risco de que nela filhos sejam adjetivos."
11/4/2021
GOVERNO INVISÍVEL
Acadêmico: José de Souza Martins

"A crise foi uma crise reveladora das invisibilidades do poder de fato, disperso e contraditório. Uma coalizão de incompetências descomprometidas com uma política de primado dos interesses da nação."
26/3/2021
A OPÇÃO PELO ATRASO
Acadêmico: José de Souza Martins

"O governo atual conduz o Brasil a uma situação em que não temos nem a ordem nem o progresso, proclamados na própria bandeira nacional."
13/3/2021
DEPOIS DA PANDEMIA
Acadêmico: José de Souza Martins

"Não há depois. O depois já é o agora. Quando o poder político da saúde pública está nas mãos de amadores, gente com poder de decisão mas sem discernimento, o depois está nos cemitérios, nos índices alarmantes de mortes evitáveis de uma população desamparada e conformista."
21/2/2021
LOBATO NA BERLINDA RACIAL
Acadêmico: José de Souza Martins

"Os livros de Lobato não são livros de autoajuda. São obras literárias. Se Lobato tivesse escrito seus livros para didaticamente explicar preconceito social e racial,para advogar em favor da causa dos que um século depois o acusariam de racista, seus livros seriam chatíssimos. Impróprios para leitura de crianças e adultos."
16/2/2021
O PADRE E A PEDRA
Acadêmico: José de Souza Martins

"A colocação de paralelepípedos nos espaços de uso dos moradores de rua é uma forma de tirar o já tirado de quem nada tinha."
7/2/2021
O CARÁTER DO “FURA-FILA”
Acadêmico: José de Souza Martins

"O “fura-fila” voltou à cena nas ocorrências de furadores da fila para vacinação contra a covid-19. Definiu-os o vice-presidente da República como gente sem caráter nem solidariedade. Como se trata de um gênero de mau-caratismo, abrange os que estimulam e apoiam os que furam a fila da vida alheia na desobediência às regras de segurança sanitária de todos."
2/2/2021
NOSSA CULTURA GENOCIDA
Acadêmico: José de Souza Martins

"Estamos diante de uma guerra e guerra que, em consequência de seus efeitos socialmente colaterais, estamos perdendo. E o estamos porque até aqui fizemos e conseguimos menos do que teríamos feito e conseguido se tivessem prevalecido a ciência e os critérios e recomendações científicos na administração do problema sanitário."
22/1/2021
O DESAFIO SOCIAL DA VACINA
Acadêmico: José de Souza Martins

"Teremos que sobreviver até que a aplicação das vacinas atinja o patamar social de proteção eficaz da sociedade inteira."
20/1/2021
REVOLUÇÃO EM SURDINA
Acadêmico: José de Souza Martins

"Está nascendo uma sociedade nova e até uma cidade nova, com florestas alimentícias. Em São Paulo, em Belo Horizonte, em Brasília, em parques e áreas públicas, moradores estão disseminando a beleza das agroflorestas."
7/1/2021
A VIAGEM DE ANNA MARIA
Acadêmico: José de Souza Martins

"...Mais de uma vez, Anna Maria me contou episódios de suas viagens de Santos para a fazenda da família no interior de São Paulo, O trem deixou marcas fortes em suas lembranças, os detalhes, as baldeações, as conversas. Como eu, Anna Maria tinha saudade do trem e do que ele significou para a nossa geração."
23/12/2020
ÚLTIMO NATAL
Acadêmico: José de Souza Martins

Para muitos de nós, este será o último Natal de nossas vidas. A pandemia abreviou a vida de muitos. Não só a pandemia o fez, mas também o modo oportunista e irresponsável como vem sendo administradas as condições de enfrentamento de um risco mortal como esse. Como se fosse uma questão militar, em que a vida é apenas subproduto de um cálculo de probabilidade no confronto armado entre inimigos inconciliáveis.
18/12/2020
HUMANIDADE DE RUA
Acadêmico: José de Souza Martins

O coração dos brasileiros que o tem, que são os acostumados a se preocupar com os outros, certamente terá um cuidado adicional com o não pequeno número dos moradores de rua. Os confinados no meio de ninguém, cidadãos de país nenhum, os órfãos de pátria. A Covid-19 agravou e muito nossa miséria humana, a dos pobres de tudo. As vítimas da pandemia de carências, filhas do neoliberalismo econômico excludente.
11/12/2020
CAPITALISMO APÓS A PANDEMIA
Acadêmico: José de Souza Martins

Debates, análises e decisões consistentes sobre o futuro do capitalismo, após a pandemia, estão ocorrendo em diferentes lugares do mundo, especialmente nos países ricos. A fácil e rápida disseminação do vírus invisível alcançou não só as visibilidades do mundo real, mas sobretudo as fragilidades e contradições da economia amplamente exposta às perturbações que se propagam a partir das anomalias disseminadas por ocorrências como a da Covid-19.
5/12/2020
AS ÁGUAS DE NOVEMBRO
Acadêmico: José de Souza Martins

País singular, de história lenta e de consciência política vagarosa, só nas eleições de novembro de 2020 a verdade das eleições de 2018 começou a ficar um pouco mais evidente. Nossa consciência política tende a ser consciência de desilusões e não consciência de possibilidades históricas de mudanças. Exige a revisão periódica de decisões sempre provisórias de um eleitor superficial.
24/11/2020
MILITARES E A QUESTÃO AMBIENTAL
Acadêmico: José de Souza Martins

Um estudo do Conselho da Amazônia sobre a possibilidade do perdimento da propriedade daqueles que fizerem desmatamentos, causando danos ambientais, incomodou o presidente da República. Classificou a proposta como comunista e socialista, coisa que ela não é. Desconhece o assunto. Decretou que a propriedade é sagrada, coisa que nunca foi. A equipe do vice-presidente, o general Hamilton Mourão, está certa e no marco da lei e da tradição.
2/11/2020
OS INOMINÁVEIS
Acadêmico: José de Souza Martins

Desde que uma lei federal de 1997 admitiu a possibilidade de que os candidatos alterem o próprio nome civil para adotar na urna um nome que diga ao eleitor quem são, o lado oculto de muitos políticos veio à luz. Por esse meio, fragilidades da composição do sistema político brasileiro também ficaram visíveis.
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